domingo, 9 de março de 2014

(Auto)avaliação formação Parfor: na busca de uma reflexão contínua sobre a minha prática


Sete semestres se passaram do curso de Pedagogia/PARFOR, enfim chegou o esperado e último semestre. Aquele que, no princípio, parecia tão distante e que agora parece apagar todas as dificuldades passadas, seja a de falta de tempo, cansaço, entre outras.
Na aula de Coordenação Pedagógica, uma análise feita no Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia, da UNISANTOS, levou-nos a uma reflexão sobre a aprendizagem da teoria proposta e a prática em nosso cotidiano.
Avaliamos que o PPC, mesmo tendo sido escrito em 2009, está ainda dentro das propostas atuais para a formação de professores/pedagogos, porém, segundo nossa reflexão, fazem-se necessárias algumas mudanças, que ocorrem na prática durante o curso e não estão atualizadas no documento, como, por exemplo, o trabalho com projeto temático integrador entre as disciplinas do curso.
Hoje, quando a prática e a teoria se unem, é possível avaliar que ainda é limitada essa interação, pois não se consegue uma mudança de um dia para outro, e a aceitação das pessoas do novo olhar adquirido pelo professor recém-formado é um obstáculo, porém nada é impossível. 

Através da prática e da realidade que perpassam a ação do profissional, seja esse um de nós ou aquele a nossa volta, consigo ter uma visão e uma reflexão dos objetivos propostos na aprendizagem adquirida no curso e também do meu agir.
A teoria me leva a um ser mais crítico e na busca com responsabilidade de sempre melhorar diante da profissão exercida. Mesmo que todos os dias encontre pessoas que demostrem o contrário, tenho que continuar na busca de um maior aprendizado e uma reflexão contínua sobre a minha prática.

Elen Calazans - 8º semestre 2014/1

sábado, 8 de março de 2014

(Auto)avaliação formação Parfor: o amadurecimento de uma pedagoga


O curso de Pedagogia nos possibilita a passagem de coadjuvantes a autores e inventores da prática. A idealização de um sonho se transformando em uma conquista real, pois as dificuldades que a vida nos apresentam são muitas. A idealização de um sonho se transformando em uma conquista real. O desejo de ampliar os conhecimentos e adquirir bases para se tornar uma educadora em sua forma mais plena e ampla está próximo de ser realizado.
Ao chegar nesse novo desafio, deparei-me com a ansiedade e o medo do desconhecido, mesmo tendo uma formação no magistério, o desafio era grandioso, anos sem estudar acabaram por tornar esse desafio mais temeroso. As dificuldades foram aparecendo, e também na mesma proporção a vontade de vencer mais uma etapa afastava o medo e a ansiedade, dando lugar ao entusiasmo e à paixão pelo “educar”.
Formar profissionais comprometidos com a promoção humana e responsáveis pelo desenvolvimento de todos os alunos é o objetivo do PARFOR. Foi assim que aprendi, ampliei conhecimentos que hoje fazem parte da minha vida profissional.
Além desses ensinamentos, muitos educadores nos proporcionaram trocas de experiências de grande valor e deixaram marcas em nossos corações, e esse conhecimento só pôde ser adquirido através do trabalho coletivo entre professores e alunos.
Experiências enriquecedoras foram muitas durante esses semestres, mas a que proporcionou uma emoção forte foi a realização do Projeto Integrador, que deixou claro que o processo educacional não se dá sozinho e sim com um trabalho conjunto. Juntar todas as alunas para a construção de um único trabalho foi enriquecedor. Levarei esse conceito para toda a minha vida, trabalhando em grupo para uma melhor construção do processo educacional.
Me pego relembrando dos primeiros seminários e apresentações em que o nervosismo e a insegurança faziam uma mulher virar menina novamente... mãos trêmulas, pernas moles e medo de se expressar, e, ao mesmo tempo, recordo de como o apoio dos educadores e colegas foram importantes para o amadurecimento de uma futura educadora e sinto que mais uma etapa foi vencida.
“Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.” Assim como as palavras de Paulo Freire o curso possibilitou a construção de minha própria produção e construção do que é ser uma educadora humanista.


Valdirene Sá Teles - 7º semestre 2014/1

(Auto)avaliação formação Parfor: um círculo de trocas


Oito semestres, Senhor será que vou aguentar? Essa era uma pergunta frequente no início da graduação. Tudo me assustava, os professores, as pessoas, as matérias e os trabalhos então, nem se fala. Também foram dez anos fora da escola, não sabia o que me esperava e, além disso, agora eu estava numa Universidade, na “Universidade Católica de Santos”, a cobrança ia além do que eu sabia e do que eu havia aprendido há dez anos. Foi difícil, mas consegui me adaptar e agora que estou no último semestre me pergunto: Será que não dá para estender mais um pouquinho?
Foi muito bom, novos relacionamentos, outras conversas, precisei estudar muito e me atualizar, é claro. Parece que eu estava estagnada no tempo, aprendi muito, mas sei que posso aprender mais, a transformação vem quando se tem uma educação crítica, reflexiva e libertadora que nos faz saber mais, aprender mais, investigar mais e, ao final de tudo, ainda nos sentirmos como seres inacabados, sempre prontos a fazer novas descobertas.
Essa transformação veio ao longo desses semestres com as trocas de experiências que os professores nos trouxeram, sempre empenhados em nos proporcionar o melhor. A maioria queria nos transformar, nos fazer pessoas diferentes, para que fizéssemos a diferença.
No decorrer dos semestres, aprendi muitas coisas que podem me auxiliar no meu trabalho com as crianças e uma delas é que a creche é direito da criança e que nós professoras precisamos entender a criança como um ser de direitos que está em constante transformação e precisa ser estimulado, mas como tornar isso realidade se não nos dão condição de trabalho?
No início da graduação, fiquei num ponto de destaque na Unidade Escolar onde atuo, mas não era um destaque bom, porque as pessoas que ali estão já estão há mais de dez anos e não são pessoas ativas com vontade de se atualizar para ocupar outro cargo ou até mesmo sair dali. 

Enfim, no meio onde trabalho, relacionar a teoria com a prática não é muito fácil, afinal não só a creche, mas as pessoas que ali estão no Município de Praia Grande ainda estão enraizadas na concepção assistencialista, o que faz com que as salas estejam sempre numerosas e, além disso, ainda há um número reduzido de funcionários, sem contar as faltas e licenças médicas. Ou seja, o básico da creche é cuidar e, quando possível, educar. Tudo depende do andamento do dia. 
Argumentar, criticar, expor o que está na lei, a “creche” como primeira etapa da educação básica contida no seu art. 29 da LDB 9394/1996 não adianta muito, ainda está longe de acontecer. Primeiro é preciso fazer valer o art. 62 que dispõe da formação dos docentes. Fortalecer a carreira docente seria o ponto crucial para facilitar a integração da teoria com a prática.
No entanto, apesar da realidade opressora em que estamos inseridas,  reconheço que agora sou uma pessoa crítica e reflexiva, estou aberta a novas descobertas, novos aprendizados e sei que a vida é um círculo, um círculo de trocas, em que recebemos e passamos conhecimentos.

Maria de Fátima Lima - 8º semestre 2014/1

(Auto)avaliação formação Parfor: o brilho do saber em constante renovação


Nossa, nem podia imaginar que um dia estaria fazendo uma reflexão a respeito do curso com a emoção que estou sentindo neste momento!
Confesso que ao iniciar a graduação como aluna na Unisantos, a princípio, estava assustada, minha vida começava a ser escrita numa nova fase, as mudanças eram urgentes, tudo acarretaria muita dedicação, e muita fé em Deus para superar as dificuldades que encontraria no caminho.
Comecei a atuar como aluna e autora num processo novo de formação de professores. Era muita informação teórica, metodologias, práticas de estágio e, ao mesmo tempo, pouca habilidade com os recursos aos quais teria acesso, recursos tecnológicos que não faziam parte do meu cotidiano. Mas uma coisa era certeza, já tinha decidido que faria parte deste grupo de professores com uma nova oportunidade de mudar a minha conduta em exercer a profissão: Ser professora.
Isso mesmo! Passei a aproveitar cada minuto em sala de aula, ávida em aprender com os professores pelos quais tive o privilégio de ser orientado. Cada um passou deixando como essência gostar de integridade ética, respeito na forma de expressar uma crítica pessoal ou coletiva e o que mais me fascinou foi a experiência de cada um dos Mestres e Doutores em Educação.
Nas aulas na universidade, a cada disciplina orientada por um professor, eles sempre frisaram a importância de trabalhar os conteúdos com os alunos na Educação Infantil ou na Educação Fundamental, esclarecendo que deveríamos fazer sempre um planejamento abordando os seguintes conteúdos: 1. Conteúdos conceituais, que consistem no conteúdos teóricos abordados que o aluno vai utilizar para construir e operar, tratam-se dos princípios ideais que permitem atribuir sentido à realidade, ou seja, relacionar aquilo que estiver aprendendo e refletindo sobre com a sua realidade. 2. Conteúdos procedimentais: o aluno quando tiver aprendido o conceito, ele vai saber fazer ou saber manipular corretamente os objetos de uso cotidiano que estão relacionados à apropriação de ferramentas da cultura humana. 3. Conteúdos atitudinais: referem-se aos saberes, às atitudes sociais.
Outra situação foi que o professor e o aluno devem trabalhar em um sistema de vínculo para estabelecer uma intencionalidade, criando a possibilidade da construção do conhecimento com significado e possibilitando o desenvolvimento e a habilidade do aluno, ampliando suas competências.
Com isso o professor, aproximando-se dos alunos, irá criar um vínculo no processo de ensino com o educando, possibilitando a intencionalidade do fazer pedagógico e também a sua autoavaliação de como foi a abordagem de determinado tema, o que teve bom resultado, como poderia ter elaborado melhor as estratégias e quais foram os pontos negativos e positivos da aula e seu planejamento, se todos os objetivos foram alcançados ou se deveria ser elaborado utilizando outra metodologia.
Percebi a graça que veio de Deus, sempre almejei cursar uma universidade para poder exercer a docência com mais embasamento teórico, uma vez que os estudos são muito importantes em qualquer profissão. Entretanto como educadora sentia necessidade de especialização, conhecer novas teorias, pesquisar e buscar novos horizontes. E isso agora posso dizer com toda certeza já possuo.
A cada novo semestre, sentia o mesmo frio no coração, sabia que iria ser mais rígido e, ao mesmo tempo, sentia muita alegria em saber que como pessoa eu consegui mudar muita coisa na minha maneira de ser e também de exercer a profissão, estava mais preparada e sabendo o que fazer com as teorias, estratégias, intencionalidade com as quais exercia a docência.
Posso assegurar que entrei no curso uma pessoa, hoje me vejo outra e até meu marido, minhas filhas, meus parentes e amigos chegam a falar que a mudança na minha vida chegou a deixar um brilho novo no meu olhar que antes já era cheio de esperança e hoje tem mais luz, chego à vaidade de dizer que é o brilho do saber em constante renovação.
Depois de conversar várias vezes com os professores e também desenvolver atividades no intuito de ampliar e melhorar a minha prática docente, não deixo de levar em consideração uma questão que foi imprescindível no meu entendimento: quando estamos trabalhando análise de proposta didática para o ensino de uma disciplina a ex: História, Geografia, Português, Ciências, Matemática ou outra de igual importância, devemos sempre lembrar de seguir o seguinte esquema: seqüência de atividades, explorando o conteúdo, e sempre avaliar se o aluno alcançou o que foi explicado com atividades, nas quais ele expresse ideias e pensamentos sobre o tema abordado.
Sim, todos os dias faço um novo aprendizado no curso. A vida acadêmica proporciona essa conquista diária, sinto a cada dia a segurança que a formação em Pedagogia me propiciou, nas disciplinas dos vários conteúdos sobre os quais recebi a orientação. Consegui realizar todos os processos de aprendizagem e avaliação, a tarefa foi árdua, porém hoje sei como necessitava e ainda necessito beber nessa fonte maravilhosa que a educação proporciona a todos que estão sedentos de conhecimento.
Hoje posso dizer: Tenho o suporte teórico que necessitava aprender para exercer a docência com a qualidade, segurança, intencionalidade e, principalmente, respeito pelo ser humano.
Agradeço sempre a Deus em primeiro lugar e depois aos professores, todos com os quais convivi na graduação me ajudaram a ser essa pessoa que sou hoje. Obrigada a todos que estão fazendo parte da minha trajetória como aluna em um curso que, além de todas as qualidades e respeito, carrega uma tradição como a Unisantos. Seu nome já diz como o profissional que recebe o seu diploma alcançou seu propósito, ou seja, possui uma bagagem cultural, técnica e fundamentação teórica que o ajudará no exercício da sua profissão com total segurança.

Soraya Santiago - 8º semestre 2014/1

(Auto)avaliação formação Parfor: uma experiência profícua

Considero- me, algumas vezes, como uma árvore que quer crescer e frutificar. Às vezes surgem o que chamamos de fatores externos, querendo apagar todo o encantamento e toda a beleza dos galhos, das folhas e dos frutos. Vivenciamos, em nossa vida, as diferentes estações do ano.
O inverno talvez seja a mais triste. As folhas começam a murchar até caírem por completo. As flores já não existem mais. O que resta para quem vê a pobre árvore são os galhos retorcidos que revelam as imperfeições antes escondidas pela beleza superficial.
Mas não devemos nos enganar, o que parece estar matando a árvore, na verdade é muito importante para sua sobrevivência. Ainda que o inverno seja rigoroso, seco ou sem cor, a árvore não está morta. Há vida dentro dela, as forças antes usadas para embelezar a árvore agora são gastas para fazê-la crescer, onde ninguém vê, aprofundando suas raízes.
É assim também que aconteceu conosco. Passamos por um inverno rigoroso de quatro anos, enfrentando frio, desânimos e vários tipos de agentes externos querendo nos fazer murchar e desanimar.
Mas as nossas forças internas nos fizeram resistir. Nossa aparência ficou desgastada, nosso humor ficou péssimo, mas consolidamos nossas raízes. Buscamos conhecimento. Crescemos como pessoa e como profissional.
Procuramos pôr em prática tudo o que aprendemos no curso do PARFOR. Porém algumas ervas daninhas tentavam nos podar, impedindo- nos de planejar nossas atividades de maneira individual para nossa turma de alunos, afinal cada turma tem sua necessidade e o educador responsável que está com aquele grupo de alunos diariamente sabe o que cada um deles necessita.
Nossos galhos, ainda que retorcidos, permitiam que as crianças se pendurassem e aprendessem com o lúdico. Compramos brigas com nossos superiores para que pudéssemos dar o que planejamos para nossa turma. Sim, foram alguns momentos de tensão que agora foram superados e hoje somos mais respeitadas na escola em que trabalhamos.
Aprendemos não a discutir ou brigar, mas ARGUMENTAR sobre nossas atitudes, sem “achismos”, mas com uma boa base teórica de grandes pensadores.
Durante o período em que cursamos o PARFOR, nos aprimoramos e nos enchemos de força para nos prepararmos para outros invernos. Nossa visão mudou, nossos valores se transformaram.
São mudanças de valores que fazem parte do nosso crescimento. O inverno é uma oportunidade de nos conhecermos melhor e de sermos transformados à medida que resistimos.
E valeu a pena, que venham ótimas primaveras!
Marilu Lins - 8º semestre 2014/1

sexta-feira, 7 de março de 2014

(Auto)avaliação formação Parfor: superando a acomodação

A arte de fazer o pão marcou minha vida, minha prática pedagógica e virou meu TCC

Trabalho em escola pública desde a segunda metade da década de oitenta do século passado, quando iniciei um curso de História numa das faculdades mais baratas da Baixada Santista. Era a única maneira de conseguir um emprego relativamente seguro. 
Vivíamos, então, a transição de uma ditadura militar para uma ditadura econômica disfarçada de democracia. Eu fazia pães para custear o curso universitário tão almejado pela minha mãe, que, por ser analfabeta, queria-me um professor. Fiz-lhe a vontade e também a minha, na medida em que não tinha um emprego com salário fixo, nem registro em carteira, tão importante na época. 

Minha namorada era professora alfabetizadora e também exigia que eu fizesse um curso universitário. Em quatro anos terminei o tal curso, no segundo ano, já comecei a lecionar como professor aluno. É preciso esclarecer que nada sabia de crianças em formação e pré-adolescentes, caí numa classe de quinta-série e foi um desastre, pois a faculdade nada me ensinou sobre dar aulas, por ser um curso mercadológico, desses que só querem saber da mensalidade, tipo pagou/entrou/passou, fui aprendendo mesmo na raça. Como não há fiscalização até hoje, em sala de aula das escolas públicas, acontecem ainda absurdos como estes que estou relatando. 

Passaram-se vinte anos e eu com grande necessidade de fazer novos cursos e todos muito caros para o meu bolso. Ainda não existiam os cursos a distancia para pobres professores, pois os computadores eram muito caros, até que um dia qualquer, na escola, procurando informações no site do MEC, deparei-me com a Plataforma Freire e a oferta de um curso de Pedagogia/Parfor, na UNISANTOS, custeado por impostos. 

Na época, eu estava estudando por conta própria, pois havia acabado de passar em concurso público para o cargo de professor de Educação Básica II efetivo do Estado de São Paulo. Fiz a inscrição e fiquei ansiosamente esperando a chamada. Fizemos um exame de seleção e entrei na primeira chamada. 
Como já esperava, o curso está sendo de grande valia para a minha vida profissional. Eu mudei muito a partir deste curso, habituei-me a ler os teóricos atuais da educação. Preparo aulas fundamentadas e contextualizadas, entendo com mais clareza o aluno atual, espelho-me com frequência em meus professores, conheço as leis e não fico mais calado perante as injustiças dentro e fora da escola, onde gestores “sabichões” nos humilham sabendo que nada sabemos sobre leis. Adquiri maior autonomia, escrevo com mais desenvoltura e não quero mais parar de estudar, iniciei um curso de pós-graduação em Ética, Valores e Cidadania, pela Universidade de São Paulo, on-line, com um encontro por semana tutoreado e venho percebendo cada vez mais a importância do magistério para a construção de um mundo melhor e mais humano. “Ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção [...] ensinar é ação pela qual o sujeito criador dá forma, estilo ou alma a um corpo indeciso e acomodado” (FREIRE, 2010). 
Foi o que aconteceu comigo, aprendi com meus professores e na prática, construindo o conhecimento como aluno e professor ao mesmo tempo, pois eu era indeciso e acomodado antes de encontrar a formação Parfor, para me apoiar e continuar o árduo e maravilhoso trabalho de ensinar as futuras gerações.

Renato Sant'Anna - 8º semestre 2014/1

(Auto)avaliação formação Parfor: muitas transformações



Refletindo sobre esses quatro anos de curso, posso afirmar que muitas coisas mudaram em minha vida, a começar pela maneira de pensar, de falar, de agir, práticas e metodologias diferentes na maneira de trabalhar.
Tantas coisas que jamais imaginaria que poderia aprender. Estamos chegando ao final do curso e avaliando, acredito que a Instituição conseguiu cumprir os objetivos desejados, qualificando profissionais da educação que sejam autores conscientes de sua própria prática na construção de metodologia e na transposição didática.
Em cada uma das etapas do curso, foram resgatados conceitos e formas estruturadas para que isso acontecesse. É preciso reconhecer que muitas vezes senti vontade de desistir, em algum momento de fraqueza, tristeza... foram muitas lutas, família, trabalho, faculdade, e pouco tempo para tantos afazeres.
A cada etapa terminada uma vitória, uma lição a ser cumprida, e, depois de tanto esforço, eu tenho mais um sonho: o sonho de ser como vocês, professores da UNISANTOS,  que nos mostraram como é ser professor de verdade, como ser cidadãos críticos e conscientes. Ensinaram-nos que não podemos mudar o mundo, mas que, dependendo de nossas práticas, mudaremos para melhor nossa escola, nossa comunidade, nossa cidade, nossas crianças. Enfim o meio em que vivemos, mostraram-nos que podemos estender nosso trabalho em espaços não escolares, em ONGs, em empresas e departamentos específicos de empresas.
Hoje, eu agradeço a Deus por ter me dado a oportunidade de poder estar concluindo o curso de Pedagogia, agradeço a cada professor que sempre nos incentivou a prosseguir, pesquisar e a buscar cada vez mais o conhecimento, e desde já lembro que: “ O conhecimento é uma busca que nunca vai acabar".


Débora Cristina Somogyi - 8º semestre 2014/1