sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Troca de conhecimentos


Esse Projeto, proposto no 4º semestre, dentro do tema Diversidade, tornou-se bastante desafiador. 
Exploramos, por meio das pesquisas, que foram orientadas pela professora Rosana Pontes, com muita dedicação e de uma forma prazerosa, sem medir esforços, com o único objetivo de concluirmos todo esse processo de desenvolvimento. 
Ao iniciar o tema, a cultura indígena, eu e o meu grupo tivemos uma resistência em querer desenvolvê-lo, mas na medida em que começamos a busca de recursos, com as pesquisa nos espaços do laboratório, entrevistas, livros e palestras, percebemos o quanto o conteúdo abordado era rico em diferentes saberes.
Fomos sentindo uma necessidade cada vez maior de explorar o conteúdo para a busca de mais conhecimentos, ficou faltando apenas uma visita ao espaço da Aldeia para concluirmos de uma forma mais rica o nosso projeto. 
Nesse processo, foi possível assimilar e atingir todo conhecimento. De forma segura, pude colocar em prática o projeto didático de literatura infantil, socializando com os meus alunos, através da leitura, brincadeiras e oficinas, em que confeccionamos e vivenciamos a prática, sendo bastante gratificante o resultado. 
Percebi o quanto o caminho da pesquisa, a necessidade da busca e a troca são fundamentais, a fim de que possamos construir uma base para os nossos objetivos, que é ensinar e aprender.
Concluo que esse trabalho enriqueceu muito minha formação, como futura docente, mas o que mais me surpreendeu foi a importância de fazermos a troca de conhecimentos, mesmo com saberes diferentes para chegarmos a um único objetivo: a necessidade de respeitar e ter um olhar sobre os diferentes aspectos da diversidade humana, de forma contínua dentro da educação. Por isso, a importância de se abordar a diversidade dentro da área acadêmica.

Rosana Aparecida Leme Vaz
4º semestre - Pedagogia/PARFOR

Foi gratificante e enriquecedor


Neste semestre, foram abordados assuntos bem relevantes para minha formação, como os contos de fada. O objetivo maior foi apontar o quanto esses contos são importantes para a educação infantil, com a socialização na escola, entre professor e aluno, de um conteúdo rico para o desenvolvimento infantil. 

Sabendo que os contos de fadas preservam suas essências por muitos anos e que as modificações, ao longo do tempo, vêm sendo necessárias para as criança, é possível reconhecer que a leitura desses contos, mesmo adaptados, promovem o desenvolvimento da criatividade e imaginação, despertando um grande interesse pela literatura infantil. 
Foi prazeroso enfatizar e interagir com esse conteúdo rico, em grupo, pois aprimorei mais um sentimento de aprendizagem.
Também o Projeto Integrador foi gratificante para a construção de novos saberes. Abordamos o tema jogos e brincadeiras na educação indígena, que foi o ponto de partida para a realização do projeto. Desenvolvemos esse tema da diversidade, abordando uma cultura distante e a preservação da natureza, porque, desde criança, é importante conhecer e compreender uma cultura diferente da sua.
Inteirar-se, por meio da literatura infantil, sobre como é rica a cultura indígena, vivenciando essa experiência, foi prazeroso, pois não ficamos somente em livros, em que são contadas as histórias dos povos indígenas, mas pesquisamos mais a fundo. Promover esse momento foi possibilitar a relação entre novas aprendizagens, trazendo para a nossa prática docente a compreensão de que o ato de brincar, o jogo e a brincadeira ampliam a interação, e a imaginação transborda na produção do saber, estimulando o desenvolvimento intelectual da criança.
A construção desse conhecimento sobre as culturas indígenas possibilitou a conscientização de que todos fazem parte de um mesmo país, onde devemos respeitar uns aos outros e sempre contribuir para um país melhor.
Neste semestre, tenho muito a agradecer. Foi gratificante e enriquecedor, não podendo deixar de ressaltar a participação da professora Rosana Pontes, que compartilhou seu conhecimento para o estudo de todos os conteúdos abordados.

Rosana dos Anjos Oliveira Henrique
4º semestre - Pedagogia/PARFOR

A literatura Infantil e o Projeto Aprendendo com as Diferenças



É edificante poder realizar a metodologia do aprendizado que obtemos esse semestre, em relação à literatura infantil, com o tema da Diversidade. 
A construção dos saberes ampliou vários gêneros textuais e, a partir do ensino do Projeto, cada um de nós fez sua criação, empregando a prática docente na educação infantil com o tema proposto em seus diversos aspectos.
Acompanhei e conclui o passo a passo do pequeno Projeto planejado na Creche Estrela Guia, no Infantil II, junto com as colegas Marlene e Sandra Regina. Foi gratificante realizá-lo e ver o resultado do aprendizado positivo no trabalho pedagógico com as crianças e como assimilaram o que lhes foi ensinado.
Quanto ao Projeto e a soma de todos os trabalhos dos colegas de classe foi uma troca de saberes muito interessante. Tudo foi exposto em sala, com o compartilhamento para construção de nosso Telejornal Diversifique. Passamos por muitas situações adversas, que foram superadas. Confesso que me senti honrada ao criar o logotipo para o nosso Telejornal para o Projeto Integrador.
O Projeto Integrador somou, tornando significativo o aprendizado dos saberes da Pedagogia, em seus respectivos semestres. A conclusão foi a mostra de apresentações maravilhosas, onde houve uma troca de conhecimento entre as turmas.
Quanto ao corpo docente, houve um empenho de grande importância, apesar de minha profissão estar ligada ao aprendizado de modo diferente relacionado à disciplina, mas seguindo o mesmo caminho da educação. 
Tenho dificuldade de assimilar o conteúdo relacionado à metodologia da educação da qual a Professora Mestra Rosana Pontes é hors-concours. Ela tem minha admiração e tenho me esforçado para aprender, apesar das dificuldades que existem em meu desenvolvimento, enquanto educanda no meio acadêmico pedagógico.
A literatura infantil, por sua vez, enriquece meu conhecimento e faz parte de meu currículo, como professora e como ser pensante.

Rita de Cassia Soares de Oliveira
4º semestre - Pedagogia/PARFOR

Pedagogia, o sonho continua... parte 2


Foi um semestre muito mais produtivo do que o anterior. Consegui desenvolver junto com meu grupo o projeto integrador, ainda que, com algumas pequenas dificuldades, pois estou em fase de aprendizado. 
Tenho muito a agradecer ao meu grupo pela união entre nós, não negando nossos contratempos, com certeza tivemos, mas nada que não fosse resolvido entre nós. No semestre passado, estava com muito medo, continuo com medo, mas nada que possa prejudicar os meus objetivos. 
Nesse semestre, li muito, procurei fazer muitas leituras coletivas em sala de aula, fiz todos os trabalhos e os apresentei oralmente.
Sou muito grata a todos os professores pelo incentivo que têm me dado e aos demais alunos da minha classe.
Portanto, continuo propondo para o quinto semestre muito mais seminários, porque, muitas vezes, a confrontação para o aprendizado se dá através da socialização entre os colegas em sala de aula. Também continuo pensando que, muitas vezes, são eles que tiram nossas dúvidas, sem desmerecer o professor.

Rilma Maria da Silva
4º semestre - Pedagogia/PARFOR

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Ensinar e aprender com a pesquisa


No período do projeto, busquei vincular aspectos teóricos com aspectos práticos. É um momento em que a teoria e a prática se mesclaram para que fosse possível apresentar um bom resultado e pensar em elaborar um projeto com todas as formatações acadêmicas, foi desafiador. Nossa, como assim? Me assustei quando vi o tamanho dos modelos de projetos, inserir citações e ainda aplicar em uma sala de aula. 
Enfim, a realização do projeto se tornou um momento decisivo para a minha formação, pois ocupar um espaço educacional, pensar no livro que iríamos trabalhar. Um livro de contos clássicos ou contos contemporâneos? Após inúmeras pesquisas, decidimos pelo livro da autora Aline Fávaro Tomaz, “A Bailarina Especial”. Por que tratar da Síndrome de Down? Porque são pessoas que também são vítimas de preconceito e discriminação. Mostrar que a bailarina sendo incluída na escola, tendo contato com outras crianças, foi fundamental para seu desenvolvimento. 
As crianças precisam ter seu tempo respeitado e independente de ter ou não Síndrome de Down. Nós, como educadores, sempre observando as potencialidades e dificuldades de cada criança, e a história da bailarina Aline cabia na nossa proposta, porque era a vida dela contada no livro e não de nenhum outro autor que resolveu contar ou imaginar a história de alguém.
O projeto com nome baseado na música do Grupo Grandes Pequeninos, que chamamos “Normal é ser diferente”, aplicado para crianças de 4 anos. O que tínhamos posposto estava sendo satisfatório, vimos nos olhos dos pequenos o quanto estavam aprendendo e isso é uma base que, como futuras professoras, precisamos para conviver com a realidade escolar.
Depois de tudo resolvido, aplicamos na escola. Fiquei ansiosa para trabalhar o tema e vi que não era um “bicho de sete cabeças”. Ficou tão fácil com a ajuda das minhas companheiras e a professora nos auxiliando, o resultado foi maravilhoso.
Visto que é durante o projeto que descobrimos as várias facetas da educação, e o que há por trás dela. Claro que, ao término deste, ficou a certeza da importância do contato direto com a realidade escolar. A interação com os funcionários e alunos foi extremamente enriquecedora. Foi além das minhas expectativas, pois pude vivenciar o cotidiano escolar com uma equipe bastante eficiente e acolhedora.
No entanto, foi durante o projeto que descobrimos que é nessa fase escolar que são plantadas as primeiras sementinhas na vida dos educandos. E, sobretudo, perceber a necessidade em assumir uma postura não só crítica, mas também reflexiva da nossa prática educativa diante da realidade e a partir dela, para que possamos buscar uma educação de qualidade.
Enfim, sei que levarei muito do que aprendi nesse período, pois aprendi que a prática não é tão fácil, como às vezes nos aparentam ser nos momentos teóricos que são vivenciados na sala de aula, na qualidade de acadêmico.

Priscila Alves de Souza
4° semestre - Pedagogia/PARFOR

Ensinando a APRENDER, aprendendo a ENSINAR





Quando ingressamos mais um ano no curso de Pedagogia, nossas expectativas são sempre repletas de entusiasmo. Mesmo diante da realidade da Educação de nosso país, ainda queremos aprender o máximo possível para poder ensinar melhor, afinal essa é a missão do professor. 
Essa missão tem sido cada vez mais desestimulada dentro de várias vertentes, e desistências tornam-se cada vez mais frequentes. A educação precisa de pessoas determinadas que incentivem a si mesmos e aos outros. Por isso, quando temos a oportunidade de aprender com profissionais que ainda acreditam na Educação, e que possuem essa obstinação, percebemos que aquela expectativa do início do ano foi correspondida.
Participar do “Projeto Integrador”, elaborar o “Projeto de Literatura Infantil”, interagir dentro do contexto ensino/aprendizagem, trocar experiências e crescer como profissional foram alguns dos momentos oportunizados pela professora que não só disponibilizou esse espaço, mas também o enriqueceu com seu conhecimento. 
Dificuldades sempre aparecem, principalmente por causa do ritmo agitado do dia-a-dia, mas, contudo, os trabalhos fluíram bem. Aprendi novas formas de ensinar e novas formas de avaliar a aprendizagem, pois nos foi incentivado, de forma estratégica da professora, a sair do convencional, e assim assimilarmos, de forma concreta, a importância de o professor sair da zona de conforto do tradicional e migrar para o método da “criatividade”.
Obrigada Professora Rosana por nos impulsionar para o caminho das pedrinhas de brilhante, mesmo sabendo que a maior parte dessa estrada ainda é de carvão.

Pétala Rosa Borges de Castro
4º semestre - Pedagogia/PARFOR

Incorporar o hábito pesquisador


Final de semestre. Concluída mais uma etapa. Dois anos se passaram tão rapidamente, mesmo fracionados em quatro semestres. Únicos e importantes para a minha formação docente. A caminhada continuou com mais experiências, aprendizados, compartilhamento de saberes e ideias e, sobretudo, novas conquistas e realizações.
O quarto semestre assim se apresentou e trouxe mais desafios propondo, através da pesquisa e da investigação, o conhecimento de novos saberes e novas práticas em prol de uma significativa aprendizagem. 
As disciplinas e conteúdos mesclados com mais busca pelo conhecimento, com mais necessidade da pesquisa para fundamentar e embasar meus estudos. A contribuição positiva e fundamental para minha formação. Possibilita a construção e o aperfeiçoamento do profissional que pretendo ser.
O aluno-professor pesquisador agora inicia uma nova fase. Uma nova etapa que rompe o conforto dado pelos textos e artigos trazidos ou compartilhados pelos professores e que agora necessitam da pesquisa para gerar novos conhecimentos.
Confesso que ainda tenho dificuldades em utilizar uma pesquisa mais aprofundada nas minhas atividades, seja na universidade, seja na minha prática diária como educador. Embora essa seja uma realidade do meu cotidiano, posso compreender a importância da pesquisa como um processo para a construção do conhecimento. 
A reflexão que me cabe agora é incorporar o hábito pesquisador e tornar-me um aluno-professor construtor e formador do meu desenvolvimento. Pesquisar para auxiliar na compreensão da realidade. Investigar para orientar minhas ações. Buscar respostas para meus questionamentos. Ter curiosidade por um mundo diferente. Conhecer o que acontece no mundo. Aprender através da pesquisa. 
Durante o quarto semestre, pude observar a diferença existente entre os semestres anteriores e o atual, pois exigiu mais aprofundamento e motivação. Sem dúvida, foi um período de renovação e aprendizados. Ainda bem que os professores, na sua maioria, instigaram e motivaram nossas práticas, a partir da solicitação da pesquisa como alicerce para a construção do conhecimento. 
As aulas de Educação e Linguagem promoveram positivamente a incitação para a pesquisa. O Projeto Integrador também, e não só para a pesquisa contida em livros, revistas e artigos, mas também para a pesquisa referente a ferramentas de tecnologia que possibilitaram a construção coletiva de um produto final interessante. Enfim, entendo também a necessidade do professor que estimula e contribui para esta formação do aluno pesquisador e que contribua para seu desenvolvimento.
Sei que a partir do próximo semestre as exigências aumentam e que a pesquisa se tornará condição obrigatória para minha formação, qualificação e crescimento como profissional da educação. 
Cabe ainda registrar aqui que eu estou preparado para mais esta etapa, para mais este desafio. Também me mostro apreensivo e pronto para o novo que todos os dias está a minha frente e permite que eu cresça consciente do meu papel na sociedade. Que venham então os próximos semestres!

Paulo Henrique Morais Grave
4º semestre - Pedagogia/PARFOR