segunda-feira, 10 de março de 2014

(Auto)avaliação formação Parfor: o hábito da pesquisa


Faz parte do projeto pedagógico do curso de Pedagogia/Parfor, na Unisantos, ter como objetivo formar profissionais, éticos, críticos, reflexivos e que possam atuar de forma positiva no mundo que está em constante transformação.
Como aluna do curso acima citado, pude vivenciar, desde o início, muitas situações-problema que colaboraram para as transformações de minha prática, tanto em minha vida pessoal, bem como em minha formação enquanto discente. 
Posso relatar os estudos do meio, os portfólios, as crônicas, visita à Pinacoteca de Santos e outros. 
Nunca poderia imaginar que pudesse ir tão longe, nunca havia conhecido uma Pinacoteca. Tive a oportunidade de conhecê-la através de um trabalho de pesquisa realizado no curso solicitado por uma das professoras. Foi gratificante poder estar frente a frente com várias obras, objetos raros de artistas tão renomados, como Benedito Calixto e Romero Brito, como também foi muito gratificante ir ao MASP, Museu da Língua Portuguesa, ao Páteo do Colégio, e ao Museu Afro. Essas recordações irei guardar eternamente em minha vida. Essas situações eram desconhecidas para mim. Deparei-me com desafios nunca enfrentados, fazer relatórios, leituras de textos, forma de falar, assumir uma postura profissional compreendendo que, como docente efetivamente necessito ter um novo olhar. Olhar de um profissional inovador, um profissional que seja autor e interventor de sua prática. Todos esses propósitos demandam muito trabalho, os trabalhos propostos pelos professores exigem do aluno uma dedicação que envolve comprometimento e muita pesquisa, pois sem ela (a pesquisa) se torna impossível a realização de um trabalho de qualidade e satisfatório.
Algumas vezes tive vontade de desistir, mas o desejo de vencer é mais forte do que qualquer pensamento de desistência, os desafios ainda permanecem até hoje, como, por exemplo, o desafio da escrita e da leitura de artigos científicos e, em consequência disso, o desafio do TCC até chegar à formatura. 
Talvez esta, diante de meu ponto de vista, seja a minha maior dificuldade neste curso, mas sempre conto com uma boa dose de persistência e boa vontade. Conto também com a mediação dos professores para seguir adiante, e chegar ao ponto culminante do curso que é como já citei acima o TCC. 
Dessa forma, diante do que está posto, com todas essas vivências, as propostas de trabalhos solicitados, pude adquirir aprendizagens, pois durante esse tempo, dentro desse contexto, procuro sempre refletir sobre minha prática docente e discente, tanto dentro do ambiente escolar como fora dele. 
Hoje tenho o hábito da pesquisa, como minha aliada, ao qual não conhecia anteriormente ao curso.
De acordo com Freire (2007), não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. Nesse sentido, diante das problemáticas que demandam de soluções urgentes, adquiri efetivamente o hábito da pesquisa para me educar, educando para conhecer o desconhecido e para propagar o novo.

Rivalda Barbosa - 8º semestre 2014/1

(Auto)avaliação formação Parfor: um novo rumo na minha profissão


O curso de Pedagogia deu um rumo na minha profissão. No início, fiquei com muito medo de enfrentar uma faculdade, sem saber o que vinha pala frente, ficava pensando como eu ia enfrentar alunos mais novos e cheios de desejos e sem maturidade para aproveitar a universidade. Mas não foi nada do que eu pensei.
Assim que cheguei, fui acolhida pela aluna do sétimo semestre que estava na cantina lendo um livro para o seu TCC. Como não havia ninguém na minha sala, ela me conduziu até a sala dela e me apresentou suas colegas. Fiquei, então, mais confortavelmente, esperando conhecer a professora e minha turma.
Depois, conhecendo a turma da minha sala, pude me identificar e aprender muito.
O acesso ao conhecimento mediado pelos professores da universidade trouxe-me maturidade nas minhas atitudes em conduzir uma reunião de pais, um pensamento crítico, as atitudes pedagógicas em relação aos alunos e um olhar mais abrangente que fui adquirindo ao longo do curso.
A universidade me fez perceber esse potencial por meio de desafios que serviram para ampliar minha prática pedagógica, conhecer pessoas novas, aprender a conviver com cada um e suas diferenças. Conhecer professores excelentes e buscar aperfeiçoamento, adquirir saberes para uma atuação profissional competente e de qualidade, ajudando a melhorar e entender a prática pedagógica.
De acordo com FREIRE, “Ninguém caminha sem aprender a caminhar, sem aprender a fazer o caminho caminhando, refazendo e retocando o sonho pelo qual se pôs a caminhar”.


Maria Terezinha do Nascimento - 7º semestre 2014/1

(Auto)avaliação formação Parfor: a capacidade de olhar o novo


Reflexão I

Vez ou outra me pego pensando na minha trajetória no curso de Pedagogia/Parfor, e em meu crescimento pessoal, nesses quase quatro anos de caminhada.
Anos esses que já pareceram se multiplicar, triplicar e que de tão distantes pareciam que nunca iriam chegar ao término. E hoje com a bagagem cheia de aprendizado, e histórias de vida, percebi que valeu a pena chorar, sorrir, teimar, refletir, insistir, persistir e seguir adiante.
Hoje, quase ao término, percebo que embora pareça o fim, percebo que o término nada mais é que uma caminhada cheia de inícios e reinícios. A vida é assim mesmo, só existimos porque continuamos sonhando e perseguindo nossos sonhos.
Quando os realizamos ficamos alegres pela conquista, mas já é chegada a hora de alçar voos rumo a novos sonhos e objetivos.
Hoje a minha prática docente se enche de significados, dia após dia, sob a certeza de que a educação é a única maneira de mudar o mundo e de dar a todos os indivíduos a oportunidade de um novo horizonte.
Contudo, vejo a minha prática modificada e sendo ressignificada dia após dia, pois aprendi a desacostumar o meu olhar. Existem pessoas que veem as coisas sempre do mesmo jeito. Essas pessoas criam uma espécie de capa de comodismo que as impede de ver a beleza da vida, olham as coisas sempre do mesmo jeito, porque perderam a esperança e o fervor da vida.
Trago comigo a capacidade de olhar o novo, de me maravilhar, de me encantar, reinventar e de transformar. Quando modifico a minha maneira de olhar o mundo e tudo a sua volta, deixo o meu olhar livre do costume de olhar as coisas sempre sob a mesma ótica, e, de certo modo, a maneira como vemos as coisas é parâmetro para a efetivação das nossas ações.
No entanto, as transformações que percebi na minha prática docente são a certeza de que nada mais será como antes... há menos de quatro anos a intuição era o meu norte, agora a teoria é a base para a minha prática docente.
Refletir sempre e olhar tudo como o novo que se avizinha, aprender a olhar como as crianças que aprendem a cada dia e sempre possuem algo a nos ensinar ... a ser mais alegre, entusiasta e sonhadora.
Reflexão... essa palavra ganha significado que orienta e norteia a minha prática docente.
Refletir sobre qual escola eu quero ajudar a construir...
Uma escola onde todos sejam iguais, uma escola que favoreça a integração do aluno o seu desenvolvimento pessoal, social e cognitivo, uma escola que seja realmente de todos e para todos.
Refletir sobre o que é ser professor...
Professor é gente estranha mesmo... ganha pouco e trabalha muito, precisa ter capacitação científica, estar antenado à legislação, favorecer um ambiente propício à aprendizagem e intervir de forma eficaz no processo de ensino aprendizagem... Ufa quanta coisa! Mas, apesar disso, não é o dono da verdade, está sempre aprendendo algo, o que parece estranho é que mesmo assim, apesar disso tudo, decidi fazer isso por muitos e muitos anos da minha vida.
Reflexão, ação e planejamento, refletir e planejar... planejar e refletir, levando em conta as injunções sociais e individuais de cada aluno, bem como as suas limitações e particularidades.
Levo na bagagem o aprendizado que todo aluno pode aprender e que todo professor é capaz de ensinar. Assim, o meu olhar e o meu agir, ou seja, o embasamento teórico vem permitindo que eu reflita constantemente sobre minha prática docente, o meu olhar, embora mais crítico, está desacostumado de preconceitos, modismos e ou comodismos.
Sigo com a certeza da importância do afeto para o ensino e aprendizado, e com a certeza de que quando o professor ama o que faz, a consequência é a vontade dos alunos aprenderem.

Reflexão II

Ao pensar em toda a minha trajetória, no curso de pedagogia Parfor não há como esquecer a mistura de sentimentos, medos, anseios, expectativas e alegrias.
Mas, o que nos impulsiona senão nossos anseios por dias melhores e a realização de um sonho, porque para se realizar sonhos é necessário primeiramente ter sonhos, e para atender às expectativas é preciso ter expectativas.
É fato que, como objetivo inicial, tinha a expectativa da qualidade de vida e da melhoria de trabalho, através da realização de um sonho... o curso de Pedagogia.
Ao chegar aqui, me deparei com o novo, e com um horizonte que só poderia ser alcançado dia após dia, semana após semana. E é claro que muitas vezes nos faltavam pernas para acompanhar a caminhada rumo ao horizonte, muitas vezes tínhamos que correr para não ficarmos para trás, sozinhos à beira da estrada.
Outras, estávamos tão cansadas e desanimadas que o caminho percorrido parecia insignificante diante de todo o percurso ainda a transcorrer. Isso tudo sem contar os barrancos, buracos, desafios e obstáculos no meio do caminho.
É fato, nessa hora sempre surge um herói com uma palavra de incentivo e conforto. É o tal poder das palavras que repercutem em nós verdadeiros milagres. A magia das palavras, muitas vezes, foi a mola propulsora que foi capaz de suprir toda a falta de ânimo e todo cansaço.
E essa palavra não precisa vir de um amigo ou colega de sala, pode vir da moça da secretária, da moça da recepção, de um anônimo no ônibus ou na barca de um filho ou de um professor.
Tenho muitos como exemplo ético e profissional que quero levar por toda a minha vida, tanto pessoal como profissional. E são alguns deles que eu devo o fato de estar aqui rumo ao horizonte.
Hoje sou mais tolerante e mais atuante, menos impulsiva e mais reflexiva.
Enfim, é chegada a hora de sentir o cheiro das flores, o frescor das brisas e o gosto da conquista...
O horizonte já não me parece assustador muito menos algo que não possa ser atingível. É valeu mesmo a pena andar no fio da navalha tantas vezes! Tudo foi tão importante que valeu a pena cada passo que foi dado, mesmo querendo parar, mesmo quando tudo parecia difícil ... e o mais certo a fazer no momento era desertar.
Decidi apesar de tudo continuar, descobrir o novo, enfrentar desafios e me deparar com as expectativas atendidas.
O que me separa agora do meu sonho é apenas uma ponte...
O mais importante é que, embora o caminho tenha sido longo e difícil, pude observar a beleza das flores, sentir o cheiro das rosas vencer desafios e saborear o gosto do dever cumprido.
Agora a alegria do dever cumprido se mistura a novos sonhos e anseios.


Edilene Valéria Sampaio - 8 º semestre 2014/1

(Auto)avaliação formação Parfor: destaque para o PPP


A partir da avaliação do Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia, que realizamos em aula, pudemos ter a clareza dos objetivos do curso de alcançar metas grandiosas, reunindo as propostas e ações pedagógicas, considerando as escolas e universidades como espaços de formação de cidadãos conscientes, responsáveis e críticos, que atuarão coletivamente e individualmente na sociedade, a fim de realizar as modificações que sejam necessárias para sempre melhorar a educação.
Tudo parece perfeito quando se coloca no papel, um projeto perfeito que reuni sonhos de muitos na educação Brasileira. Infelizmente, sabemos que nem tudo é realizado num espaço de tempo, porém o fato de estarmos no meio de um grande projeto é um dos motivos de muitos terem continuado a jornada do curso de Pedagogia. Afinal, imaginem essa linda profissão sem ser planejada rigorosamente, não teria sentido!
A Pedagogia é um dos curso que pode ser comparado com a Medicina, pois assim como o médico se empenha em salvar vidas, o professor luta pela paz, formando cidadãos, fazendo transformações para uma melhor sociedade. Só o professor tem essa oportunidade de transformar o ser humano, para atuar melhor, fazendo a diferença, colhendo os frutos do conhecimento.
Como se fala: a base de tudo é o professor. Isto se ele está na educação por amor e vocação.
O PPP (Projeto Político Pedagógico) da escola indica a direção a seguir para todos os envolvidos no processo educacional e, na minha prática docente, aprendi a ouvir melhor, ver melhor, a falar a língua do PPP. Até então, era um documento alheio aos meus conhecimentos e, durante este curso, percebi que não era só eu que não tinha clareza do que era e do que compunha esse documento. As pessoas vão vivendo suas práticas na escola no dia a dia e, simplesmente, não têm muita interação com o seu trabalho e com o que está no PPP registrado.
Hoje, tenho consciência desse documento, de sua importância e, pelo menos, posso saber se o meu trabalho está de acordo com o projeto, se preciso fazer mudanças, não só por causa dele, mas para aperfeiçoar minha prática, de acordo com as necessidades do aluno.
Tudo e toda atividade desenvolvida com o aluno deve ser refletida e voltada para uma intenção pedagógica. Essa é uma das mais importantes lições que tirei deste curso. Por exemplo, muitas vezes, você desenvolve atividade em uma aula de preenchimento de horário, como no caso dos professores que substituem ausências, e essa aula, mesmo assim, tem que ter um planejamento e uma reflexão sobre o que deve ser desenvolvido em sala. Todos esses pontos, mais o compromisso do professor, foram de muita relevância na transformação de minha prática pedagógica.

Maria Aparecida Lopes Pacheco - 8º semestre 2014/1

Formação Parfor e transformações na minha prática docente


A expressão "É uma pedra bruta que precisa ser lapidada" hoje eu entendo bem, pois eu era assim.
Trabalho na Educação Infantil há um bom tempo. Quando comecei, não tinha curso de Magistério, cuidava das crianças como se fossem meus filhos, no entanto, aos poucos fui estudando, fiz Magistério e hoje estou na universidade.
A minha entrada na universidade ocorreu através do PARFOR, e posso afirmar que minha vida mudou muito, não só na parte profissional como pessoal. Eu aprendi a questionar, não aceito tudo sem antes entender o porquê das coisas.
Na minha vida profissional, as transformações foram muitas. Hoje eu sei como ajudar os alunos em suas dúvidas e dificuldades. Em algumas situações, fico insegura achando que não estou preparada, mas na hora resolvo tudo da melhor forma possível e é nesse momento que percebo como os estudos fazem a diferença. Quando estudamos, temos propriedade para falar ou resolver assuntos que antes pareciam complicados.
Nesse sentido é que falo que eu era uma "pedra bruta", porque eu tinha valor (força de vontade), porém faltava ser "lapidada", ou seja, ter conhecimento. Embora tivesse força de vontade, me faltava o conhecimento que hoje adquiri na universidade através das pesquisas, leituras, palestras, seminários, enfim tudo que fazemos na universidade direcionado para o nosso conhecimento.
Como professora, eu afirmo como é importante a formação inicial e continuada para os professores. Conhecimento nunca é demais, ao contrário, adquirimos ferramentas que são necessárias para melhorar a nossa prática docente.


Cláudia Sabino - 8º semestre 2014/1

domingo, 9 de março de 2014

Professor: dom ou missão?

     
Ser professor atualmente tem sido uma tarefa árdua, principalmente se levarmos em conta as várias horas que ficamos longe de casa, de nossos familiares, para nos dedicarmos a ensinar os filhos de outros.
Com essa dedicação e vontade de ver nossos alunos aprendendo de verdade, procuramos investir em cursos, especializações e inúmeras pesquisas sempre com um único objetivo: aprender a ensinar. Por isso, decidi voltar a estudar e me inscrevi na plataforma Paulo Freire do MEC, para o curso de Pedagogia/Parfor.
A princípio, pensei que era apenas enrolação. Jamais um governo daria faculdade de graça, sem custo ALGUM, muito menos em uma boa Universidade.
No primeiro ano não fui selecionada, o que aumentou consideravelmente minha desconfiança. No entanto, da segunda vez, foi uma surpresa: um e-mail da faculdade, fazendo a convocação para a matrícula.
Fiquei muito feliz, mas pensei também na dificuldade que era cursar quatro longos anos, com provas, trabalhos e, acima de tudo, presencial. Aceitei o desafio.
Minha principal preocupação quando ingressei era entender como funcionava a inclusão de crianças com necessidades especiais. Eu já trabalhava com surdos, há muito tempo, entretanto, outros tipos de deficiências estavam entrando na sala de aula e eu não sabia como lidar com isso. Estava me sentindo frustrada e angustiada.
Durante minha trajetória, nesses três anos de estudos, conheci vários estudiosos que sempre pensaram da mesma forma que eu, o que aumentou grandemente minha satisfação e me ajudou a entender diversas coisas e aliviar minha “angústia pedagógica”.
O curso de Pedagogia conseguiu contribuir, em certa parte, com as minhas expectativas, porém aprendi muitas coisas importantes que estavam além das teorias: compreender o ser o humano.
Hoje, consigo enxergar esse problema da inclusão de pessoas deficientes, de forma diferenciada, baseada nas teorias e legislações pertinentes ao tema, tentando encontrar caminhos e metodologias para ensinar essas crianças que são tão excluídas socialmente e que só precisam de atenção e respeito às suas diferenças.
Agora, meu coração se entristece por um motivo: o curso está acabando. Não terei mais a companhia diária da minha turma de faculdade e talvez nossos momentos juntas se resumirão apenas a encontros casuais. As professoras tão queridas, que tiveram tanta paciência conosco, não nos acompanharão nesta nova etapa de nossas vidas, e ficará para sempre a doce lembrança desse período maravilhoso que estive no PARFOR.


Eliana Mara Ferreira - 7º semestre 2014/1

(Auto)avaliação formação Parfor: me vejo capaz


Em meu período de curso, tenho visto ótimos textos com conteúdos lindos e incríveis, pensadores com ideias magníficas, porém é com extrema tristeza que não possa colocá-las em prática, pois ainda existem muitos administradores tiranos que, ao invés de permitirem a prática de nossos aprendizados, nos podam e não permitem que exploremos nossos conhecimentos. Não nos deixam propor ideias ou praticar novos conceitos de transmissão de conhecimentos para que possamos ampliar o aprendizado de nossas crianças, abrindo assim as mentes e levando nossos alunos a serem futuros cidadãos conscientes e ativos na sociedade na qual estão inseridos. 

Todavia, contrapondo o sistema, ao final desses anos de universidade, me vejo capaz de explorar minhas ideias com as crianças, trabalhando mais o lado lúdico e colorido da vida, colocando um pouco mais de humanidade nos corações desta nova geração, ampliando o aprendizado multidisciplinar, abrindo as mentes e levando nossos alunos a serem futuros cidadãos conscientes e ativos na sociedade na qual estão inseridos.

Corina Santos - 8º semestre 2014/1