quinta-feira, 7 de novembro de 2013

A retrospectiva

No dia treze de fevereiro de dois mil e doze, cheguei à Universidade Católica de Santos. Ao subir aqueles degraus da frente da Universidade, estava muito emocionada porque era a realização de um grande sonho.
Ao chegar na sala de aula, o medo se fez presente, perguntava-me: será que vou superar os obstáculos que irão surgir?
Primeiro semestre, montar grupos, apresentações e tudo isso me fez tremer muito. Aquela preocupação de elaborar trabalhos nos perguntando sempre se estava bom o suficiente.
Segundo semestre, vai ficando mais difícil. Meu Deus, aqueles textos! Gêneros textuais, resumos, ufa! Mais apresentações... Pensas que as pernas e mãos não tremem? Pois sim!
Perguntava-me como fazer o portfólio. Que capa ficaria melhor? Quais as sequências das atividades? Que sufoco!
No terceiro semestre, artigo e relatórios com as normas da ABNT, referências, pesquisas, leituras...
No início do quarto semestre, no primeiro dia, começaram as explicações sobre o quê iria acontecer no decorrer do semestre.
Quando nos foi dito sobre o projeto integrador, meu colega... Nem te conto! Senti-me ouvindo alemão, mas, com o passar do tempo, fomos elaborando e discutindo opiniões diferentes.
Fomos a uma escola de Educação Infantil, onde fizemos entrevistas, aplicamos questionários. Foi muita preocupação, mas a recompensa chegou. A apresentação do nosso documentário, no auditório da Universidade, ocorreu bem. O relatório foi entregue, mais uma etapa superada.
Pensas que acabou? Mais apresentações, provas, dificuldades, porém, acima de tudo, conhecimento e superação virão.
Meus agradecimentos a todos os professores pela colaboração que nos deram.
Se as dificuldades não nos são dadas, como avançaríamos no conhecimento e na busca contínua pelo melhor de nós?

Cristina Pereira dos Santos - 4º Semestre/2013-2

Transformação


Fazer uma autoavaliação destes quatro semestres na Universidade é como uma retrospectiva de todo o meu conhecimento acadêmico adquirido durante o período.
Recordando o início, ano é 2012, a primeira coisa que me veio em mente foi a recepção calorosa que recebi por parte dos professores, começava, desse modo, uma nova etapa na minha vida.
Com o incentivo de todos os professores, segui caminhos de uma luta incansável à procura de novos conhecimentos. Passei por algumas dificuldades de aprendizado, o que é de praxe, quando você ainda não domina o assunto.

O curso de Pedagogia ampliou meus horizontes e me mostrou um mundo novo até então desconhecido. Quando os professores começaram a trabalhar vida e obra de grandes pensadores da educação, fiquei deslumbrada com a leitura do livro Pedagogia da Autonomia, no qual Paulo Freire nos fala que “Ensinar exige rigorosidade metodológica”. A partir de então, a minha aplicabilidade pedagógica em sala de aula tomou um novo rumo. Procuro sempre ser mais investigativa, mais pesquisadora.
No começo, tudo parecia muito difícil. Entender variadas teorias e concepções de ensino, baseadas nas obras de grandes pensadores da educação. Hoje, com mais domínio pedagógico, consigo interiorizar a teoria e entender que "gêneros textuais", segundo Luiz Antônio Marcuschi, são o diferentes textos que encontramos em nosso cotidiano. Freinet nos alerta que aprendizado acontece o tempo todo, ou seja, algo que eu já sabia e simplesmente não entendia. Falando de Montessori, aprendi o maravilhoso método da exploração e da observação. Foram tantos conhecimentos nestes quatro semestres que me sinto quase uma docente.
O caminho até aqui percorrido me levou a grandes momentos como: Família Caloura, Projeto Brincar, Jornal Mural, Oficinas e, por fim, a elaboração e apresentação do Projeto Integrador, o qual foi um grande desafio. O Projeto Integrador me fez refletir o quanto é importante o estudo na vida de um indivíduo, sinto-me transformada. Agora eu sei, eu posso e quero fazer a diferença!
Sei que ainda tenho um longo caminho a percorrer, e sei que novos aprendizados somados a grandes desafios virão para completar minha formação pedagógica. O que me dá esta certeza é saber que a UNISANTOS tem profissionais competentes e preparados para me levarem à graduação acadêmica com louvor. Então, que venha o 5º semestre.

Jovita Mendes dos Santos - 4º semestre/2013-2

Diário de uma futura pedagoga: a grande conquista


Ufa! Enfim, consegui um tempo para "dialogar" e dividir minhas conquistas e lutas diárias com vocês.
Bom, na verdade, minha vida não está nada fácil. Essa vida de "mãe, avó faz tudo" e universidade está me deixando estafada, mas não me desanimo não. Lembro sempre dos filhos e marido, casa e trabalho, mas escrevi minha crônica de autoavaliação para o blog, porque se deixar para o dia seguinte, as coisas e o serviço simplesmente acumulam. Assim, quando faço as coisas dentro do prazo, sento-me mais segura...
Isso também pode significar que cada um de nós procura enxergar o mundo à sua volta de acordo com o seu próprio estado de espírito, ou seja, quando estamos muito bem, acabamos conseguindo ver coisas positivas e qualidades em tudo e em todos. Já quando estamos mal, só conseguimos ver coisas negativas e defeitos em tudo e em todos.

Nesta trajetória aqui na Universidade, é possível que, quando estivermos irritados, nervosos ou ansiosos, esse estado de espírito possa estar sendo produzido, não por alguma razão externa, mas sim por uma opção errada que estamos fazendo, bem no interior da nossa mente, sobre a forma como estamos vendo o mundo.
Mas Deus é mais, muito mais! Ele me reconstitui me inspirando e me dando novas ideias, sendo uma pessoa fiel a cumprir meus compromissos.
Chegamos ao final do “Projeto Integrador”, com relatórios e documentários apresentados e todos simplesmente maravilhosos. Cabe destacar que fizemos diversas atividades: leitura, pesquisa, revisão gramatical, ortográfica e, expressão oral e escrita e formatação geral. Acredito que foram momentos de enriquecimento cultural e formação de um indivíduo letrado, de grande importância para nosso crescimento na atual sociedade.
Essa experiência valeu, como tudo que passamos que é prazeroso ou difícil. E é exatamente por isso que cada minuto da nossa vida vale a pena. 
Destaco o lado afetivo dos professores. Obrigada a vocês que fazem parte desta Universidade, a UNISANTOS, o carinho e dedicação por todos nós, desde a nossa entrada no curso de Pedagogia Parfor. Em todas as disciplinas aprendi muito neste crescimento que foi de aprendizado. Sou grata a todos que na busca pelo autoconhecimento me ajudaram muito. Hoje sou uma pessoa bem melhor.
Especialmente da professora Teresinha Ayub, fiquei com um grande exemplo de ser humano, com boas lembranças do seu bom humor e, sinceridade, era uma pessoa de quem eu gostava muito e sentia muito carinho. A pessoa que nos deu forças na nossa caminhada, mesmo sem saber como encarar a própria doença.
Era uma profissional muito compromissada, que lutava pelo desenvolvimento do Brasil. Guardo ótimos momentos na lembrança, momentos de convivência, de uma mulher forte e guerreira.
No mais, concluo que está tudo bem, filhos com saúde, marido trabalhando, netinho cada dia mais lindo e o trabalho de vento em popa. O salário, bem, todos sabem, mas quando se faz com amor, todo salário é bem pago, porque o sorriso e satisfação do aprendizado não têm preço. Quero agradecer por esta oportunidade, e a quem me apoiou e que me ensinou bastante nesta caminhada, à professora Rosana Pontes. Com muita esperança no futuro! Com muito sucesso, garra e determinação.
A todos da Pedagogia Parfor meu carinho.
Muitos beijos!!


Dora Ferreira Moura - 4º semestre/2013-2

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Autoavaliação



Durante minha vida paro por diversas vezes para me autoavaliar. Geralmente faço isso em datas como aniversário, Natal, passagem de ano. Parar para pensar em tudo que faço ajuda a me organizar na vida. Refletir sobre o que é bom, ou o que é ruim, conquistas e derrotas, obstáculos que às vezes desanimam e frustram.
Chegou o momento de fazer uma autoavaliação da minha vida acadêmica. Depois de dois anos paro para me perguntar: O que foi bom? O que conquistei? Quem eu era e em quem me transformei? Vale a pena continuar?
Quando iniciei o curso de Pedagogia na UNISANTOS, deixei o meu curso de Pedagogia a distância e, no começo, tinha certa dúvida se fiz o correto. Tudo era muito corrido, vida pessoal, vida profissional e estar dentro da sala de aula diariamente, lutas, obstáculos e o cansaço muitas vezes pareciam tomar conta do corpo e da mente.
Hoje posso dizer que não tenho dúvidas, fiz a escolha certa. A UNISANTOS me proporciona desafios, faz com que supere meus medos, minhas inseguranças e, em consequência, desabrochou em mim um ser novo. Tenho rompido meus limites, minhas dificuldades. São tantas descobertas, tantas maneiras novas de lidar com a aprendizagem, tantos caminhos que já percorri: Família Caloura e o Projeto Brincar, Jornal Mural, entender a autonomia proposta por Paulo Freire, que tanto nos faz refletir, e agora no 4º Semestre, o Projeto Integrado, que ocupou grande parte de nossas vidas, dentro e fora da universidade. Como podem perceber estou encantada e deslumbrada com minha jornada?
O curso de Pedagogia (PARFOR) me permite um aprendizado diário, um amadurecimento incalculável. Considero que a UNISANTOS abriu meus horizontes, mostrou-me a vida de outra forma, faz eu me sentir capaz, faz-me mais gente, no sentido de ver o outro como um ser capaz e fruto da realidade social em que vive.
Posso dizer que, até aqui, tudo valeu a pena e estou movida pelo objetivo de me transformar ainda mais, e conseguir ser tão competente como meus MESTRES que me guiam. Sem vocês nada disso seria possível.
Agradeço a Deus, todos os dias por meus professores e por ter a oportunidade de ser PEDAGOGIA (PARFOR)– UNISANTOS.


Alessandra Pontes - 4º semestre 2013/2

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Sobrevivi...

O 4º semestre chegou e com ele um grande desafio: o Projeto Integrador.
Meu Deus o que será isso! As professoras nos explicaram como iríamos trabalhar, e  escolhemos um tema que foi um recorte do tema geral Alfabetização, qual seja A relação interpessoal professor/aluno na alfabetização.
Por onde começar? A professora Marina, nossa orientadora, nos deu uma apostila para termos umas ideias. Pesquisamos na internet,
fomos a campo, escolhemos uma Escola de Educação Infantil para a nossa pesquisa, na qual fomos recebidas muito bem.
Aplicamos questionários, fizemos entrevistas com as professoras, tiramos fotos da escola e gravamos as entrevistas em vídeo.
No laboratório, fomos montar a parte escrita. Graças a Deus, temos a profª Rosana e a profª Marina nas nossas vidas, pois sem elas não sei como superaríamos nossas dificuldades gramaticais. O trabalho retornou umas cinco vezes para corrigirmos, até que deu certo.
Chegou, então, a vez de produzirmos o documentário. Outro grande desafio. A profª Cristina, muito paciente, nos deu toda a atenção. Olha lembrei do meu TCC no magistério, porque o Projeto Integrador parecia um TCC.
Chegou o dia da apresentação, eu estava muito nervosa, pois me deram a missão de falar na frente do auditório lotado, representando o grupo.
Quando acabamos de apresentar, qual foi a minha surpresa: as professoras nos elogiaram muito. Fiquei cheia de orgulho, quando a profª Derna me falou "gostei da atitude". Aí, fiquei mais cheinha do que sou.
Se o 4º semestre foi assim, imaginem os outros que virão!
Quero aqui agradecer aos nossos queridos professores que nos cederam suas aulas para esse trabalho, e ao meu grupo-classe, sem exceção, que não mediu esforços para ajudar uns aos outros. Registro aqui o meu muito obrigada.

Fátima Florindo - 4º semestre/2013-2

domingo, 3 de novembro de 2013

Se chorei ou se sorri...



Neste quarto semestre, as emoções foram muitas. Foi difícil controlar tantos sentimentos entrelaçados.
Passamos dias de desafios e conquistas, e deixamos algumas funções que para nós eram prioridades um pouco de lado, para nos dedicarmos exclusivamente à gestação de um projeto.
Procurávamos a palavra ideal entre livros e conversas, e quando a encontrávamos, era tão valiosa como ouro, e linda como diamante, encaixava-se perfeitamente entre todas as outras que formavam a vida do texto.
Cada dia que passava, eu olhava para esse projeto como se estivesse gerando uma vida e esperava a sua chegada. E quão difícil era esperar!
Chegou o dia de apresentar essa nova vida ao mundo, e quantas vidas ali existiam querendo apresentar-se a nós! 
Chorávamos e ríamos de tudo e vivíamos aquela emoção com olhos atentos cheios de orgulho. Nosso projeto nasceu e desejou ser apreciado por outros olhos e comentado por outras bocas, que já não poderiam ser as nossas. Foi nesse momento que cortamos o cordão e o primeiro fôlego de vida surgiu, tão forte, tão lindo, tão intenso...
Venho buscando a palavra certa e precisa para descrever o que eu senti diante de tamanha grandeza, mas não a encontro, talvez não tenha nome, a desconhecida só precisou de um cantinho para morar e alguém que a aceitasse. Hoje seu lar chama-se lembrança.
Tenho orgulho de ter trabalhado juntamente com pessoas, com as quais eu aprendi não somente a palavra, mas vivenciei a sua essência.
“Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi.” (Roberto Carlos, Erasmo Carlos).
Obrigada professores e alunos do 4º semestre Parfor. Sem vocês essa crônica não poderia ser escrita com tanta verdade.

Fernanda Dal’Mas - 4º semestre/2013-2

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Reconheço que cresci...


Este ano faz dois anos que estou cursando a universidade, e notei que, depois das aulas de Educação e Linguagem, tanto a minha escrita como a oralidade melhoraram.
No começo, foi difícil entender alguns conceitos como "gêneros textuais, conforme Luiz Antônio Marcuschi", entretanto, devagar, estou interiorizando a teoria.

Os professores dizem que, aos poucos, vamos nos tornando mais acadêmicos. Durante estes dois anos meu vocabulário tem melhorado. Na escrita, sei que ainda tenho que melhorar as concordâncias verbais, mas vou conseguir.
Eu nunca pensei que um dia estaria escrevendo uma crônica ou um artigo acadêmico. Agora já estou até fazendo um documentário em vídeo, em um projeto integrado!

Sei que um pouco da minha dificuldade em me expressar está relacionada com a falta de leitura. Por mais que me esforce, reconheço que é um hábito que preciso pôr em prática.
Sei o quanto é importante a leitura. Eu adoro contar histórias, sempre as conto para as crianças de onde trabalho e procuro incentiva-las a ler. Mesmo que ainda não tenham o domínio da leitura, procuro mostrar a elas que as ilustrações nos contam também uma história. Assim, dessa maneira, acabam se soltando e contando o que estão vendo, de acordo com as imagens dos livros. Para mim, é um grande passo dado, espero com isso contribuir para que sejam leitoras amanhã.
Hoje me vejo não como uma auxiliar de creche que está ali só para tomar conta de crianças, mas sim como uma professora pedagoga em formação e muito tenho para ensinar.

Quero fazer a diferença, dando um passo de cada vez, e um dia, ao caminhar, poderei olhar para trás e ver que todo o esforço valeu a pena e tudo isso tenho que agradecer a você, professora Rosana Pontes, por estar sempre nos dizendo que melhoramos e que ainda vamos ficar melhores.
E como dizia um amigo...
“ O ontem já passou,
O hoje é agora e
O futuro só a DEUS pertence”....
(autor desconhecido)


Rosa Maria de Deus - 4º semestre 2013/2